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Bem-aventurados os humildes de espírito 
Fonte UMADC SEDE - 10/06/2017 - hmin Imprimir
Bem-aventurados os humildes de espírito

Introdução - Há algum tempo era muito comum encontrarmos em vários carros o seguinte adesivo: “Você merece ser feliz”. As propagandas na televisão nos certificam de que merecemos a felicidade que vem ao adquirir determinado produto. Essa frase foi tão anunciada que conseguiu formar na mente das pessoas a mentalidade de que realmente merecem ser felizes. Muitas pessoas começaram a proclamar em seus discursos e conversas: “Eu mereço ser feliz”.

1 – Devemos reconhecer a nossa natureza pecaminosa.
Infelizmente, a nossa cultura cristã contemporânea não incentiva as pessoas a olharem para o próprio coração. Predomina, nos dias atuais, uma espiritualidade exterior. Os cristãos estão preocupados com as palavras, atividades e as obras visíveis. Poucas são as pessoas que buscam desenvolver uma espiritualidade interior. Poucos são os que reservam tempo, fora das luzes e dos holofotes, para sondar o próprio coração e verificar aquelas distorções do próprio caráter. Jesus levou sobre si mesmo o nosso pecado. Contudo, ainda lutamos contra a natureza pecaminosa em nosso coração. O apóstolo Paulo, por exemplo, se chamou de “o principal dos pecadores” (1 Timóteo 1.15), e disse que, constantemente, lutava contra a sua carne (natureza pecaminosa) e esmurrava o seu corpo para não ser desqualificado (1 Coríntios 9.27). Em outra ocasião, escrevendo aos crentes de Roma, ele disse que tinha a consciência de que o pecado ainda habitava nele (Romanos 7.17), e que Deus havia lhe colocado um espinho na carne para que a sua natureza pecaminosa não prevalecesse, conduzindo-o ao orgulho (2 Coríntios 12.7).

2 – Devemos reconhecer a nossa dependência de Deus
Naturalmente, o reconhecimento da nossa natureza pecaminosa nos leva a buscar a presença de Deus. Nenhuma coisa motiva mais o ser humano a buscar a Deus do que a consciência das próprias limitações e fragilidade. Enquanto o ser humano se acha muito bom, ele continua imaginando que pode fazer as coisas por si mesmo, na força do próprio braço. Ele acha que a sua santidade é a responsável por levá-lo adiante; a sua espiritualidade, o motivo do seu sucesso... Ele deixa de depender de Deus para depender de si mesmo. Mas o humilde de espírito é diferente. Por reconhecer a realidade da sua natureza pecaminosa, ele não coloca a sua segurança em si mesmo e em nenhuma coisa que possa fazer. Antes, ele coloca toda a sua segurança em Deus, reconhece que precisa imensamente do Senhor para obter sucesso em quaisquer áreas de sua vida.

Conclusão -  Foi isso, por exemplo, que aconteceu com o profeta Isaías. Tão logo ele teve um encontro com o Senhor, reconheceu a sua natureza pecaminosa. Ele deixou de lado toda e qualquer postura de soberba, se portou humildemente e proclamou: “Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos” (Isaías 6.5).

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